O que significa MB? Entenda de uma vez por todas

A sigla MB é muito utilizada na internet para representar o megabyte.

Entretanto, há muita confusão com relação ao termo megabit, que também é muito utilizado nos processos de internet.

Isso acontece porque ambos são formas diferentes de calcular espaço de armazenamento, e conhecer cada uma delas é muito importante principalmente quando você contrata um serviço com limitadores de utilização.

Por isso, conhecer a diferença entre os dois, bem como outras siglas importantes é um passo importante para manter sua vida digital com segurança.

O que significa MB de internet?

As unidades de armazenamento são uma parte importante da navegação e também da utilização de recursos em seu PC.

Pesquisar algo na internet, como um painel elétrico chapa de aço, utiliza parte desses bytes de conexão.

O primeiro ponto que deve ser identificado é uma diferença muito simples, mas que consegue separar as duas unidades. Toda vez que você verificar se algo está sendo calculado em megabytes, a abreviação será toda em caixa alta, como MB.

Já o megabit, também chamado muitas vezes de Mbps, utiliza apenas a primeira letra maiúscula, ficando Mb sua representação

Dessa forma, é muito mais fácil identificar as duas medidas e perceber suas necessidades.

O megabit é oito vezes menor que o megabyte. Essa é uma diferença bastante expressiva, e por isso é fundamental ter atenção quando estiver contratando um serviço com limitação de capacidade de armazenamento.

Isso porque muitas vezes o consumidor acaba sendo enganado por esse tipo de detalhe técnico, achando que está consumindo uma das unidades de medida, mas na verdade está recebendo outra delas.

No caso de uma rede de banda larga, por exemplo, esse tipo de resultado pode ser consideravelmente frustrante, uma vez que você pode estar recebendo uma internet 8 vezes mais lenta do que a internet que você deseja contratar.

De uma forma geral, as medidas de espaço de armazenamento utilizam uma série de prefixos, a começar com o byte. Um “kilo”, ou kbyte, é a evolução natural dos bytes. 

Medidas de Velocidade

O Mega equivale a 1024 kbytes, o prefixo Giga equivale a 1024 megabytes e o Tera a 1024 gigabytes.

O mesmo funciona com os bits, uma vez que estes prefixos não são recentes e nem surgiram de ações digitais.

A maioria das unidades de medida utilizam esse tipo de prefixo em sua notação científica. Quando você faz uma instalacao eletrica completa, é comum encontrar kilowatts, por exemplo.

Entretanto, um byte equivale a 8 bits, e em outra métrica, 1 megabyte equivale a 1.000.000 de bytes.

Por isso, foi estipulado para o uso em tecnologia a utilização do Sistema Internacional de Unidades, padronizando no mundo todo a utilização dos bits e bytes e evitando qualquer tipo de confusão ou problema quando você fizer uma pesquisa a respeito da área.

Para saber quantos bits uma unidade tem, basta pegar o valor em bytes e dividir por 8 para obter o resultado preciso. 

O contrário também é verdadeiro, uma vez que você pode multiplicar os bits por 8 para encontrar um valor em bytes.

A utilização mais comum dessa terminologia diz respeito à taxa de transferência, o que tem impacto diretamente em sua utilização e velocidade da internet.

Estes recursos costumam ser medidos em bits por segundo, ou BPS. Seus prefixos acabam funcionando de maneira similar.

Isso significa que você pode contratar serviços em kbps, mbps, gbps, tbps. Entretanto, é importante entender que este tipo de recurso representa os bits por segundo que você possui para a utilização da internet.

A maioria das pessoas se frustra muito ao identificar que a internet não é tão rápida quanto imaginava no momento da compra. 

Às vezes, você levar seu aparelho em um conserto de celular pode ajudar a configurar melhor o aparelho, entretanto.

Entretanto, uma taxa de bytes por segundo será muito mais rápida que uma taxa de bits por segundo, e você deve identificar se está comprando certo. Do contrário, fatalmente ficará insatisfeito com sua internet.

História do MB

O conceito do megabyte teve início nos anos 60, quando a empresa IBM decidiu padronizar todas as medidas de armazenamento para o computador completo pessoal, que estava começando a se tornar cada vez mais popular.

No início, o armazenamento era muito trabalhoso, e lidava com apenas pequenas quantidades. 

O disquete, que era um dos métodos mais comuns de compartilhamento e armazenamento de dados, comportava apenas 1,44MB em sua memória.

Entretanto, os CD chegaram logo como uma plataforma de troca de informações, com potentes 700MB, ideal para gravar músicas e vídeos caseiros e compartilhar com seus amigos e familiares.

A tecnologia foi aumentando cada vez mais, passando pelos pendrives, dispositivos de alta capacidade de armazenamento, até chegarmos nos serviços de nuvem. 

Hoje, por exemplo, você pode transferir arquivos de até 100MB pelo Whatsapp.

Essa quantia de dados é transmitida em alguns instantes, dependendo da qualidade de sua conexão, mostrando a eficiência e o poder da tecnologia em apresentar conceitos novos e otimizar a performance de seus atributos.

Até mesmo serviços como o controle de acesso biometrico precisam da tecnologia de armazenamento para identificar os resultados corretos.

Porque entender estas siglas

Embora não pareça algo importante a primeira vista, entender corretamente estas siglas permitirá que você faça escolhas muito mais assertivas quando fizer alguma negociação de equipamentos tecnológicos, como:

  • Comprar um notebook;
  • Escolher um plano de dados para o celular;
  • Contratar serviços de internet;
  • Comprar uma HD externa.

Praticamente todos os produtos tecnológicos possuem em algum grau armazenamento por meio dessas unidades. 

Uma ambientação cenário de um jogo, por exemplo, consome muitos megabytes para apresentar um bom resultado.

Por isso, é importante procurar quais deles estão mais próximos daquilo que você deseja utilizar, garantindo assim mais qualidade em sua compra.

Além disso, no caso de serviços, é importante saber exatamente o que você está comprando.

Existem diversos planos para internet, tanto residencial quanto móvel. Quando você contrata um plano de 100MB/s é esperado que ele tenha um desempenho muito melhor.

Entretanto, cuidado para não contratar um plano de 100Mb/s, uma vez que ele será fatalmente inferior ao que você desejava conseguir. 

Por isso, é importante que você saiba exatamente o tipo de plano que está consumindo.

Entendendo a velocidade de sua internet

A velocidade da internet, apesar de ser medida em megabytes, pode apresentar diferenças, especialmente nos dois tipos de utilização. 

Muitas vezes os pacotes de internet oferecem uma boa taxa de download, muitas vezes acima dos 100MB/s.

Entretanto, a taxa de upload muitas vezes é bastante inferior a essa quantia, o que pode prejudicar muito ações como transmissões ao vivo, vídeo conferências e até mesmo o envio de arquivos para a nuvem.

Hoje, a Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, obriga todas as operadoras a oferecer pelo menos 80% do valor estipulado em contrato. Antes dessa nova norma, o limite da velocidade média era de 60%.

Isso significa que se você contratar um pacote de 100MB/s de internet, terá garantia de receber pelo menos 80 MB/s na utilização do serviço, o que acaba ajudando muito a explorar esse conceito.

Normalmente, entretanto, esses planos ficam muito acima do valor padrão. É comum encontrarmos pacotes “Mega”, em que na verdade se vende o megabit, e não o megabyte.

Dessa forma, as operadoras conseguem manter a qualidade proposta de seus serviços, permitindo que você acesse uma loja de mobiliario urbano em Sao Paulo em alguns instantes.

Normalmente, quando você olha as especificações de um plano “mega” de internet, a velocidade está escrita em Mbps, identificando como uma operação de bits por segundo.

Por conta disso, você precisa identificar a potência de sua internet antes de fazer alguma atividade, principalmente de transmissão ou que use boa parte da potência de sua internet.

O primeiro ponto é conseguir entender quantos megabytes sua internet realmente possui. Para chegar nesse resultado, basta dividir a quantidade de megas oferecidos pela operadora por 8.

No caso de um pacote de 100 Megas, você receberá como taxa de download uma média de 12,5 MBps, o que é uma velocidade muito rápida, mas pode frustrar um consumidor que contratou os serviços sem saber esse tipo de ação.

Quando você decide comprar uma balanca de precisao digital pela internet, essa velocidade ditará o quão rápido você consegue fazer a operação.

Normalmente, o oferecido para o upload é de 50% da banda total de download

No caso de nosso exemplo de 100 Megas, a taxa de upload seria 50Mbps, que se converteriam em 6,25MBps.

Essa taxa, embora seja boa para o dia a dia, pode deixar a desejar em questão de transmissão, por isso é muito importante que você compreenda suas necessidades antes de fechar um acordo com qualquer operadora.

Considerações finais

Entender o conceito de MB e para que ele serve é fundamental para conseguir lidar com os diversos processos relacionados à tecnologia e ao armazenamento de dados. 

Além disso, é muito importante compreender corretamente a utilização de sua internet.

Saber esse tipo de detalhes te coloca a frente na hora de pesquisar um novo serviço ou produto, evitando que você seja enganado ou que acabe consumindo algo que não está de acordo com suas necessidades.

Por isso, conhecer mais as tecnologias do dia a dia é essencial para você conseguir se adequar a este mundo em constante transformação digital.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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