Ethical Hacking: Descubra o que é, mercado de trabalho e como se tornar um no Brasil!

O que significa Ethical Hacking?

A palavra ‘hackear’ vem do inglês ‘hack’ e é usada para descrever a ação de invadir um dispositivo ou conta eletrônica e roubar ou fraudar informações, sendo considerada uma atividade ilegal, classificada como crime cibernético.

Entretanto, o ‘ethical hacking’, traduzido como ‘hacking ético’ é a ação de operar como hacker de forma legalmente aceita, com a contratação de um profissional de segurança da informação para testar sistemas eletrônicos.

Para que serve o Ethical Hacking?

Essa prática é usada por grandes empresas e corporações, para testar seus próprios sistemas de segurança e informação.

Assim, contratando um ‘hacker ético’, o profissional fará todos os testes procurando por brechas ou falhas no sistema, tentando conseguir acesso aos dados privados.

Ao final do processo, é possível ter uma análise detalhada do funcionamento do sistema e reparar quaisquer erros que houverem, se prevenindo assim, de um real ataque hacker mal intencionado.

Precisando trocar de internet? Compare planos banda larga abaixo!

PLANO BENEFÍCIOS PREÇO VER PLANO
Claro Fibra 600 Mega com Globoplay incluso 600 Mega R$ 99,90
WHATSAPP
Vivo Fibra 600 Mega 600 Mega R$ 100,00
PANDA INTERNET FIBRA - PANDA FIBRA - 600MB 600 Mega R$ 99,90
Tim Ultrafibra 700 Mega 700 Mega R$ 99,99

Qual o objetivo de um Ethical Hacker?

Um ‘ethical hacker’ precisa testar o máximo possível um sistema de segurança de informações.

Sendo assim, é necessário simular um ataque ao programa, para confirmar seu funcionamento e proteção.

Como estamos falando de um hacking ético, isso significa que o profissional de segurança da informação precisa ter sido contratado pela empresa para executar todos os testes e simulações de ataques, ou seja, é preciso ter a permissão expressa para isso.

A partir dos erros que o hacker encontra, a empresa pode decidir como vai reforçar a segurança dos seus dados, seja por troca de plataformas, criptografia ou outras ações.

O hacking é ilegal?

Ohacking é considerado ilegal pelo Código Penal Brasileiro, segundo a lei 12.737 de 2012, denominada “Lei de Crimes Informáticos” ou “Lei Carolina Dieckman”.

Segundo esta lei, artigo 154-A,é proibido invadir dispositivos informáticos alheios, violando o sistema de segurança, para obter, adulterar ou mesmo destruir dados ou informações, sem que haja a autorização expressa do titular.

Incluindo umadetenção de 3 meses a 1 ano, além de multa. Entretanto,**o hacking ético é totalmente legal,**pois é autorizado pela empresa ou titular, como uma forma de teste e proteção de dados.

Confira aqui a qualidade da sua conexão de internet!

Ethical Hacking

Como é o mercado de trabalho para o Ethical Hacker?

É cada vez mais necessário garantir a segurança da informação corporativa.

Ao longo dos anos, a tecnologia vem se desenvolvendo de forma que fica cada vez mais fácil e rápido quebrar sistemas de segurança eletrônica. Grandes empresas sofrem tentativas de ataque cibernético praticamente todos os dias.

Por isso, o mercado para o chamado ‘hacker do bem’ está em alta, crescendo em todo o mundo, com uma alta demanda de diversos países diferentes.

No Brasil, esse tipo de profissional atua constantemente como freelancer e com uma alta procura.

Como se tornar um Ethical Hacker?

Existem cursos online com certificado que preparam para o dia a dia do hacking ético, porém é necessário ter uma base de conhecimento em programação, sistemas operacionais, redes e segurança da informação.

Dentro das disciplinas ofertadas nos cursos estão algumas como:

  • Testes de invasão;
  • Identificação de sistemas;
  • Mapeamento de vulnerabilidades.
Jessica Borges

Por Jessica Borges

Jessica Borges é graduada em Relações Públicas pela UFMG e pós-graduanda em Experiência do Usuário pela PUC-RS. Especialista em conteúdo no Melhor Plano, Jessica atua na área de telecom há mais de 3 anos. Das novidades do mundo de telecomunicações às dicas sobre streamings, ela gosta de escrever sobre temas que facilitam a vida dos usuários.